Fornecedor: Vídeo

Inicialmente pensámos não ter vídeo de casamento. Somos os dois muito mais interessados em fotografia, e essa era a nossa principal preocupação - ter boas fotografias.
No entanto- e falando por mim - o facto de ter visto tantos blogs de casamento, também me fezver vários vídeos bonitos. E como consequência, mudei a minha opinião quanto ao não querer ter um vídeografo no nosso casamento.

Lá decidimos contratar este serviço. E não me arrependo NADA! Adorei o nosso vídeo e o trabalho dos Love Clips.

Passeio por Campo de Ourique

Estamos de férias. E férias significam algumas coisas: não pensar em trabalho (às vezes não dá, mas tenta-se); descansar; passear; comer muito; tirar fotografias; conhecer novos sítios; colocar conversas em dia; marcar almoços e jantares, etc. Decidimos que estas férias seriam para isso tudo. Ficar por Cascais, mas passear por sítios que não conhecemos (ou não conhecemos muito bem).

Neste dia aproveitámos para ir a Campo de Ourique conhecer a Casa Fernando Pessoa e jantar na Tasca da Esquina, passando ainda (por conselho de uma amiga) na exposição Índia, de Steve McCurry na Barbado Gallery.

Quando estudei Fernando Pessoa na escola, nunca lhe dei grande importância. Talvez por achar as suas palavras meio loucas e incompreensíveis. Hoje, que cresci, consigo entender muito do que ele escreve. E depois desta visita, comecei a pensar que lhe poderia dar uma segunda oportunidade. E porque não?




A casa é pequena, mas ainda assim aconselho a irem longe da hora de fecho. Nós entrámos por volta das 17h, mas perdemos algum tempo no piso superior, onde tem uma parte multimédia que nos permite ler alguns textos de Fernando Pessoa; conhecer um pouco da sua vida; ver fotografias; etc. E como tal, o resto dos pisos vimos muito a correr. Também, devido à hora, o barulho nos corredores era imenso. As pessoas que lá trabalham andavam de um lado para o outro a falar uns com os outros (em alto e bom som). Portanto... Aconselho que fujam um pouco da hora do fecho (que é às 18h00).

Nos restantes pisos, poderão ver mais objectos pessoais de Fernando Pessoa, tal como a cómoda onde escreveu alguns dos seus maiores poemas; uma máquina de escrever que pertenceu a um dos escritórios onde trabalhou; artigos pessoais e ainda o famoso quadro de Almada Negreiros.

Por fim, no piso inferior, uma pequena exposição (que penso que é temporária) sobre Orpheu, a revista ao qual pertencia Fernando Pessoa. Esta exposição pareceu-me interessante, do ponto de vista em que dá para conhecer um pouco mais sobre as pessoas que trabalharam nesta revista. Mas o ambiente gráfico não me pareceu o melhor. Tudo muito confuso, e por vezes, os textos não estavam bem colocados e eram de pouca leitura. Nada como verem aqui um pdf com as imagens expostas.







 






De seguida fomos à Barbado Gallery ver a exposição de Steve McCurry (o autor da famosa capa da National Geographic - A Rapariga Afegã). A exposição é pequenina, e todas as fotografias estão no site do fotógrafo. Mas se passarem por lá, não hesitem em entrar. Vale a pena ver as imagens impressas (apesar de achar que têm algum exagero de edição). Gostava de ir à índia, principalmente para fotografar. As pessoas têm todas uma expressão muito forte. E é tudo tão colorido, que é impossível dar más imagens.







Como ainda era cedo, decidimos dar uma volta pelo Jardim da Estrela. O bom de visitarem Campo de Ourique, é que têm vários pontos de interesse por perto. Assim, aconselho a estacionarem o carro, e só voltarem ao final da noite. Têm sempre o contra de ser uma zona com parquímetro.

E a noite acabou com um jantar na Tasca da Esquina. O marido já andava há uns tempos a dizer que queria experimentar os petiscos desta "tasca". E não nos desiludiram. Fomos aconselhados pelo empregado a escolher os petiscos, ao invés dos pratos principais. E foi a melhor sugestão da noite. Decidimos então pedir Bacalhau com Ovos Mexidos e Ervas Aromáticas; Camarão Salteado com Malagueta e Alecrim; Pica-pau e Tostas de Porco Preto.
Parece muito, mas não é. Os pratos são pequenos e foram para dividir pelos dois. Mas também não aconselho a pedir mais de quatro pratos. Pelo menos nós ficámos satisfeitos com os quatro pedidos. E não queríamos abusar muito, porque iríamos pedir sobremesa ^__^
De sobremesa estava indecisa entre a Mousse de Chocolate (que a empregada só me disse no final que era com compota de ginja e nozes - A.MINHA.CARA!!!), e a Sopa de Morangos. Acabei por pedir a sopa de morangos, porque pela descrição da empregada, pareceu-me uma boa escolha. E o marido pediu uma Tarte de Maçã.
Das nossas escolhas, só não gostei muito do bacalhau, porque me pareceu meio deslavado. E a sobremesa, do marido, era bem melhor que a minha. De qualquer das formas, vamos ter que lá voltar para comer a mousse de chocolate (fiquei com isso na cabeça, ahaha).
Ah!! E não se esqueçam de pedir limonada para acompanhar. São súper boas, e vêm dentro de uma garrafinha fofinha.







(Fotografias por Branco e Menta - com telemóvel)

Fornecedor: Maquilhagem

Só tenho coisas boas a apontar à Sandra. Não poderia ter escolhido melhor maquilhadora.
Antes do dia do casamento encontrei-me apenas uma vez com ela, e foi preciso um só teste de maquilhagem para ficar decidido aquilo que seria feito no dia do casamento.
E os resultados estão à vista. Uma maquilhagem simples, mas imensamente bonita.

Tenho alguns problemas com a pele, nomeadamente por ser oleosa, ter algumas marcas das borbulhas que tive na adolescência, e alguma vermelhidão. Também fiz questão de lhe dizer que muito provavelmente iria chorar baba e ranho. Posso dizer que chorei, transpirei, e passei o dia todo com a maquilhagem à prova de guerra.

Ah! E ainda ajudou a apertar o espartilho do vestido. Caso contrário, as madrinhas e a minha mãe ainda estariam a tentar apertar aquilo lol Obrigada Sandra ;)
Gostei imenso e aconselho a 200% =)





Fornecedor: DJ

"Infelizmente não consigo fazer o vosso casamento, por razões pessoais". 

É assim que eu tenho que começar este post, porque é disto que me lembro sempre que falo no DJ que escolhemos. Porque foi com esta frase, que ele nos surpreendeu dois dias antes do nosso casamento.
Ok! "Razões Pessoais"! O que pensam vocês nessa altura? Morreu alguém? Se morresse ele teria dito, para dar mais drama à coisa! Não lhe apeteceu porque tem um jantar importante? Se calhar!! Nessa altura passa tudo pela cabeça. Mas a principal coisa que te passa pela cabeça é: estou lixada! O dia está estragado! Este gajo lixou-nos o casamento.
A parte que achei mais engraçada, é que ele disse aquilo com a maior das normalidades - "mas não se preocupem, porque já arranjei uma pessoa que me vai substituir!".

Ok amigo! Vamos por partes!
Deixámos o DJ para último, porque não é de todo a nossa área. Gostamos os dois de Punk/HC e como tal, escolher um DJ é coisa que tem que ser bem escolhida, porque nunca sabemos o que vão passar (e a música é das partes mais importantes da festa). Fizemos MILHENTAS entrevistas (isto em comparação com o resto dos fornecedores). Uns não gostámos; outros achámos que tinham pinta de stripers; outros porque não nos garantiam se iria DJ x ou y; outros porque isto e por aquilo. E quando escolhemos o DJ que nos pareceu melhorzinho, ele diz que não pode ir! E não me venha dizer que contratámos os serviços de uma empresa, porque fizemos questão de perguntar se seria ele a animar o casamento.

Andei dois dias a pensar se ia ter animação ou não. No próprio dia do casamento, estive até ir para a igreja à espera que o chef Rui (do Centro de Eventos) me enviasse uma mensagem, para me descansar, a dizer que o DJ substituto já tinha chegado.
Na verdade, o substituto foi um dos que nós entrevistámos inicialmente. Não o tínhamos escolhido porquê? Porque ele fazia anos nesse dia. Ou seja, estávamos com medo que se desmarcasse por causa dos seus anos, e afinal, quem se desmarcou foi o outro.
Enfim... continuando... O substituto na verdade fez o papel dele. As pessoas disseram que até estava animado. Mas também houve quem me dissesse que tinha ido ao palco pedir para passar Offspring, porque é a banda preferida do noivo, e não quiseram meter. Houve quem tivesse pedido pimba, e eles não meteram. E quando contratei o primeiro DJ, foi porque ele nos garantiu que ia colocar de tudo um pouco, até pimba (porque apesar de não ser a nossa onda, sabemos que anima sempre aqueles momentos mortos do casamento). Portanto, o DJ estava autorizado a passar TUDO. Teria que avaliar em que situações teriam que animar mais ou menos a pista.
Cheguei ao ponto de ter que ir falar com o DJ (porque quase ninguém estava a dançar), a pedir para por Kizomba, para a minha prima dar uma "aulinha" (porque é professora de Kizomba). Eu, que nem gosto de Kizomba, fui pedir para porem para animar aquilo. O que é certo é que resultou. Ela conseguiu colocar homens e mulheres a dançar.

Se aconselho o DJ que contratámos? Não! De todo! Pode ter tido lá as razões pessoais para não ir, mas naquele momento nenhuma noiva compreende o que quer que seja. Só me conseguiu por nervosa, quando eu até estava bastante serena. Conseguiu com que eu no próprio dia do casamento andasse preocupada com a animação, até à hora de partir para a igreja. E isso não se faz a nenhuma noiva! Nesse dia não queremos preocupações. Não andei dois anos a preparar um casamento para ter preocupações nesse dia! E tive!

O DJ escolhido é o Hugo Pena do Pureventos - http://www.pureventos.com/



Fornecedor: Centro de Eventos Porto da Luz

Quando decidimos casar, a primeira coisa com que nos preocupámos (para além do dia em que seria o casamento), foi em encontrar a quinta para o evento.
Era muito importante para nós, que a quinta que escolhêssemos, tivesse o dia que queríamos livre. Para isso, marcámos o espaço com um ano e oito meses de antecedência. Parece muito tempo, mas ao menos não tivemos preocupações com lotações esgotadas.

O local que escolhemos não foi a nossa primeira nem a última visita. É verdade que esta não seria a nossa primeira opção caso tivéssemos muito mais dinheiro. Vimos quintas lindíssimas, com salas esplêndidas, e com espaços exteriores muito bons. Mas na verdade, também não iríamos usufruir daquilo tudo. Havia quintas que tinham coisas em excesso (excesso de espaço, excesso de mesas, excesso de coisinhas de vidro que se partem ao primeiro toque).


Quando visitámos o Centro de Eventos Porto da Luz, uma das coisas que me chamou à atenção em primeiro lugar, foi a sala. Queríamos uma sala moderna, com mesas de vidro, e sem aquelas cadeiras foleiras com um paninho a cobrir as marcas de uso e da velhice. Não queríamos toalhas fatelas na mesa; não queríamos organzas, entre outras coisas que se usam em quintas old school.
Depois, o chef Rui Faria é um porreiraço. Pôs-nos logo à vontade. E a parte boa, é que para além de ser dono do espaço, é ele que confecciona a comida (e é sempre bom conhecer o chef que vai cozinhar no dia do vosso casamento).



O espaço é súper giro e acolhedor. Está dividido em quatro áreas: uma primeira onde é o churrasco e onde tem mesas e cadeiras para aqueles que preferem estar no exterior a conversar (e a fumar); uma segunda onde tem o bar, uma míni sala para as crianças, as entradas para os WCs (súper giros), e onde é servido posteriormente o buffet; uma terceira onde é servido a refeição principal e onde está o palco e a pista de dança; e uma última com relva, puffs e onde por norma se corta o bolo.

Uma das principais críticas que nos fizeram em relação à nossa escolha, foi o facto deste espaço se encontrar em Alenquer, e ser muito longe de Lisboa. Não é, gente! Pensem que vale a pena o tempinho que passam na auto-estrada. Faz-se num instantinho.
Mas no geral as pessoas gostaram da comida (não me perguntem sobre o buffet, porque não comi quase nada lol). Também no geral os empregados são simpáticos (tirando um ou outro que, pelo que os convidados disseram, eram muito antipáticos - principalmente o do bar). Mas comigo, nunca vi ninguém antipático (na verdade, era a noiva... não convinha serem antipáticos comigo lol). Mas tanto o chef Rui como o  chefe de sala são acessíveis.

Uma das nossas principais perguntas (sim, façam muitas perguntas sobre o espaço antes de dizerem o "sim" àquele local - têm aqui este post onde indiquei algumas das perguntas que fizemos antes de fazer o contrato com o Centro de Eventos), foi se a partir da meia-noite expulsavam os convidados. O chef garantiu que não, mas o que é certo é que a partir de uma certa hora, e com muito menos gente no casamento, comecei a sentir a pressão para acabar com a festa. Ninguém veio ter comigo a dizer "tem que acabar com a música", mas vocês próprios sentem que já não vale a pena estar a sacrificar o staff (que por acaso até tinha outro evento no dia a seguir) por causa de meia dúzia de pessoas. É verdade que fiquei bastante triste por ver as pessoas a ir embora tão cedo (vá, era quase meia noite, acho). Mas também percebo que estivessem cansados. A única pessoa que não devia estar cansada era eu. Queria que aquele dia não acabasse! lol

Considerações importantes:
- visitámos o espaço a primeira vez; na 2ª vez fomos fazer o contrato; na 3ª vez fomos tirar fotos ao espaço e ver se as molduras que queríamos para a mesa ficavam bem; na 4ª vez fomos fazer a prova da comida com os nossos pais, bem como planear com o chef a decoração e o género de bolo que queríamos; na 5ª vez foi um dia antes do casamento, fomos preparar a sala (zona de photobooth, colocar as molduras; etc);
- fui uma noiva bastante complicada (ou decidida), porque houve algumas alterações que pedi ao chef (como não ter organzas, nem toalhas em cima das mesas, não colocar líquidos dentro de jarras de vidro; retirar a toalha da mesa de entrada, bem como a máquina de escrever que não se adequava ao nosso tema, etc etc), e eles tentaram ao máximo que ficasse tudo como queríamos;
- foram bastante prestáveis, e até nos arranjaram uns espelhos, bem como os cactos que eu queria para decoração das mesas;
- não temos nada contra a apontar à comida;
- houve queixas do staff, mas no geral são simpáticos;
- existem vários menus que poderão escolher. Uns mais caros que outros, para que consigam adequar ao vosso orçamento;
- para reservar a data, pedem um sinal;
- a maior parte das vezes troquei e-mails com o chef para resolver os assuntos relacionados com o nosso casamento. Poderá demorar a responder, mas responde;
- está incluído a prova da comida (os noivos e os pais dos noivos). Parece uma coisa banal de dizer, mas é que nem todas as quintas oferecem a prova (ou só oferecem aos noivos e não aos pais);
-  quem quiser casar pelo civil, poderá fazê-lo no Centro de Eventos. Eles arranjam o espaço exterior de forma a poderem celebrar o casamento;
- o bar é aberto (esta parte interessa muito aos convidados, hehe)

Fotografias: facebook do Centro de Eventos Porto da Luz

Centro de Eventos Porto da Luz
EN9 - Porto da Luz
2580-383 Alenquer
Facebook | Site

Fornecedor: Vestidus

Na primeira publicação sobre fornecedores, venho falar da Vestidus, o atelier onde comprei o meu vestido de noiva.
Vi feedback muito positivo sobre a Vestidus nos fóruns de casamento, bem como através do testemunho de algumas pessoas que conheço que compraram lá o seu vestido de noiva.
Fiz questão de marcar visita a este atelier, primeiro do que a qualquer outro, na esperança de não ter que passar daquele dia para comprar o meu vestido de noiva (não, não queria que a minha escolha parecesse um daqueles programas do TLC em que as raparigas experimentam 500 mil vestidos e não gostam de nenhum).



(Fotografias: Facebook Vestidus)


Marquei uma visita à loja para Agosto de 2014 (ou seja, um ano antes do meu casamento), quando ainda estavam nas antigas instalações, em Benfica. Assim que lá cheguei, disse que queria um certo vestido que tinha visto no Facebook. A minha mãe e madrinhas insistiram para que eu experimentasse outros, porque poderia gostar mais de me ver com outro género de vestido. Mas acabei por levar aquele que tinha visto no facebook. Se houve coisa que eu fui, enquanto noiva, foi muito decidida. Eu sabia que vestido queria, que sapatos queria, que penteado queria e que maquilhagem queria.
O meu único receio em relação àquele corte era que me ficasse mal, por eu ser cheinha. Mas assim que o vesti, fiquei fascinada. Ao contrario do que eu pensava, o corte até me fazia mais magra. Adorei!

Nesta primeira visita, as minhas dúvidas foram:
- Preciso levar algum acessório em especial?
- Preciso levar alguma lingerie em especial?
- Preciso já ter os sapatos para o casamento?

Nada! Não é preciso levar nada. E como maior parte dos vestidos já têm corpete integrado, também não é preciso preocuparem-se com a lingerie. Quanto aos sapatos, é normal que ainda não os tenham, portanto, não se preocupem com isso. De qualquer das formas elas têm também sapatos para experimentar, bem como os véus.
Quanto ao véu, eu era um pouco séptica em levar véu, mas acreditem que assim que o coloquei, senti-me uma verdadeira noiva. Faz toda a diferença (mais não seja para usar apenas na cerimónia - que foi o que eu fiz).

Ok! Vestido escolhido, e agora? Preciso pagar alguma coisa?
Sim. Foi preciso dar um sinal de 50% do valor do vestido. O que é compreensível.

A nível de atendimento, não tenho nada contra. Não ganhei grande empatia com a senhora, mas sempre que lá fui, foi bastante prestável.

Um contra: uma amiga minha estava nessa altura a fazer umas filmagens para um vídeo que nos iria oferecer no casamento e perguntou-me se podia estar presente no dia em que eu ia escolher o meu vestido. Eu fiz essa questão ao atelier, e eles recusaram. Não se pode filmar lá dentro. E fotografias só podem fazer ao vosso vestido, depois de o comprar.

Em Fevereiro voltei a fazer mais uma visita à Vestidus, ou seja, 5 meses depois da primeira ida. Neste dia fui apenas ver o meu vestido (o meu, e não o de exposição). E falámos sobre alguns pormenores, como os sapatos, a facha que iria levar à cintura, que género de saiote deveria levar, etc.
Quanto às alterações feitas ao vestido, se forem como eu, que engordo com muita facilidade, o melhor é pedir espartilho. Dá um jeitão para situações em que a noiva engorda ou emagrece. Só não dá é jeitinho às madrinhas e mãe para atar aquilo tudo no dia do casamento lol

Bom... Em Junho voltei a fazer nova visita à loja, ou seja, 4 meses depois (dois meses antes do casamento). Nesta visita já mediram a bainha do vestido, e marcaram todas as alterações necessárias para que o vestido ficasse à minha medida.

No dia 8 de Agosto, 21 dias antes do casamento, fui novamente à Vestidus fazer a última prova. Neste dia já levei o meu véu (pedi emprestado), o saiote (pedi emprestado), os sapatos, os acessórios todos possíveis e imaginários. É sempre bom terem uma noção de como a bijuteria fica com o vestido. Eu levei dois colares para escolher qual deles ficaria melhor, bem como a bandolete que iria usar no meu dia do casamento.

4 dias antes do casamento, fui buscar o vestido. E o noivo foi comigo :D Mas calma! O vestido vinha dentro de um saco, súper discreto.

Basicamente, só tenho coisas boas a falar deste fornecedor. No entanto, no dia do casamento, quando tirei o vestido do saco (não abri o saco desde o dia em que o fui buscar), reparei que o tule estava um pouco mal cortado e que tinha um buraco. Não sei se isto é normal nos vestidos com tule. Não entrei em pânico! Mas também não fiquei totalmente feliz. Aconselho, nestas situações, a chegar a casa e abrir o saco para ver o vestido. Neste aspecto falhei, porque não queria que o noivo visse o vestido. Poderia ter corrido muito mal, caso o estrago fosse maior.




Mas enfim, foram pormenores que mal se viram, e não deixei de brilhar por causa disso :P

Informações:
Site Vestidus | Facebook Vestidus
Av. João XXI, 78D
1000-304 Lisboa
vestidus@vestidus.com
96 418 63 67